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Como identificar um azeite de oliva de qualidade? Semana de Agronomia pode ajudar a responder PDF Imprimir E-mail
Qua, 04 de Outubro de 2017 13:10

O azeite de oliva tornou-se em um alimento cada vez mais consumido na mesa dos brasileiros. Em restaurantes ele também está sempre disponível. O produto que deriva da oliveira ainda é produzido em pouca quantidade no Brasil, então o país importa, especialmente de Portugal, praticamente tudo que é consumido aqui dentro.


Mas como é possível identificar se o azeite de oliva que consumimos realmente tem todas as propriedades que ele deveria ter? Uma das respostas é a degustação, já que a partir do aroma e do sabor, apreciados na degustação, é possível identificar diversas características do produto.


Esta foi a tarefa de quem participou, nesta terça-feira (03), de um minicurso sobre o cultivo da oliveira em Santa Catarina, com o engenheiro agrônomo da Epagri, Eduardo Brugnara. A atividade faz parte da I Semana Acadêmica de Agronomia do Câmpus São Miguel do Oeste do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) – que ocorre até sábado (07).


Durante o minicurso, o engenheiro agrônomo pediu aos participantes que degustassem diferentes tipos de azeite de oliva extra virgem e explicou o passo a passo para identificar um produto de qualidade:


1 – Ler o rótulo do produto e prestar atenção em algumas informações, como: deve estar escrito “azeite de oliva extra virgem”; deve conter o índice de peróxidos (indica se o azeite estragou depois de produzido); e deve conter o índice de acidez até 0,8% (indica se a fruta estava sadia);

2 – Cheirar o azeite de oliva extra virgem para sentir o aroma, que deve lembrar folhas verdes, castanhas, frutas. O aroma não pode ser de ranço, de vinagre, manteiga ou de azeitona em conserva.

3 – Provar o azeite de oliva extra virgem para sentir o amargor na língua e a picância na garganta. Ao sentir estes sabores, há indícios de que o azeite não foi refinado para esconder defeitos.


Semana de Inovação


Com o passar dos anos, as experiência com oliveiras cresce em Santa Catarina e também em outros estados do Brasil, segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). Assim, o cultivo tem se tornado em uma alternativa de renda para os produtores rurais.


“A inovação é um dos focos da Semana Acadêmica de Agronomia. Queremos mostrar novas possibilidades aos alunos que trabalham ou querem trabalhar na agricultura e aos próprios produtores, mas claro, possibilidades que sejam compatíveis com a realidade do Extremo-Oeste catarinense”, explica a coordenadora do evento, Aquidauana Miqueloto.


Além do foco nas oliveiras, a professora Rita De Cassia explica que todas as atividades também foram pensadas com foco na principal atividade dos agricultores na região: a bovinocultura de leite. “Temos palestras e atividades voltadas para o manejo de pastagens, para o controle de pragas, para armazenagem em silos para pequenos produtores, ou seja, todos os assuntos interligados e possíveis de contribuir com esta principal atividade”, detalha.


“A Semana Acadêmica é uma forma de fazermos um intercâmbio de conhecimento entre nós alunos, os professores e os profissionais da área. E para nós é um espaço para sugarmos o máximo de conhecimento”, afirma o acadêmico de Agronomia, Paulo Gularte.


A programação da I Semana Acadêmica de Agronomia segue até sábado (07), no auditório, salas de aula e laboratórios do próprio câmpus. A entrada é gratuita. Confira a programação completa:




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Por Rafaela Menin / Jornalista IFSC

 

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