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“Dentro de casa estão os maiores focos de contaminações por alimentos” PDF Imprimir E-mail
Qua, 04 de Outubro de 2017 15:21

altQuando fala-se em segurança dos alimentos, duas regras são básicas: lavar bem as mãos antes da preparação e lavar bem o próprio alimento. Parecem lembretes simples, mas “dentro de casa estão os maiores focos de contaminações por alimentos”, afirma Stefany Arcari, coordenadora do I Seminário de Segurança de Alimentos do Extremo-Oeste Catarinense.

 

 

A demanda deste debate surgiu da sociedade, através da Ameosc (Associação dos Municípios do Extremo-Oeste Catarinense) e do Consad (Consórcio Interestadual e Intermunicipal de Municípios de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul de Segurança Alimentar e Atenção a Sanidade Agropecuária e Desenvolvimento Local).

 

 

A partir da necessidade, o IFSC integrou o Seminário, nos dias 03 e 04, junto à Semana Acadêmica de Alimentos. A discussão vai desde a legislação, com a participação de um público mais direcionado, até assuntos como boas práticas para produção e fabricação de alimentos, nos quais participam também alunos e comunidade externa.

 

 

A bióloga Marcia Cattanio, que palestrou sobre “Alimento Seguro”, explica que um alimento é considerado seguro quando ele não causa nenhum dano à saúde quando ingerido.

 

 

Os dados mundiais, da Organização Mundial da Saúde (OMS), revelam que cerca de 580 milhões de pessoas adoecem por ano em razão de DTA. E delas, 350 mil morrem, especialmente na África e Sudoeste Asiático.

 

 

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“Já no Brasil, não há registros exatos sobre Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA), pois muitos casos não são notificados às Vigilâncias”, afirma.

 

 

Mesmo assim, com os dados notificados em 2015, é possível afirmar que as pessoas que mais tem DTA tem entre 20 e 49 anos e são do sexo masculino. “A indústria precisa estar preocupada, mas além dela, o poder público e a comunidade também precisam se preocupar com a segurança dos alimentos que são consumidos”, enfatiza Stefany.

 

 

Semana Acadêmica voltada à inovação

 

 

Produção de azeite de oliva, de álcool e açúcar e aproveitamento do soro do leite. Essas são três oportunidades de conhecimento voltado à inovação oferecidas durante a II Semana Acadêmica de Alimentos, no Câmpus São Miguel do Oeste do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC).

 

 

“Escolhemos oferecer palestras bem práticas, com temas relacionados a região e também novas possibilidades”, explica a coordenadora do evento, Stefany Arcari.

 

 

Um dos grandes temas trabalhados no evento é sobre o aproveitamento do soro do leite. “Nossa região é a 5ª maior bacia leiteira do país, mas costuma-se descartar o soro do leite. Ou seja, precisamos falar sobre este tema e capacitar nossos produtores e indústrias para que este produto, que atualmnte é importado pelo país, possa ser aproveitado para a produção de diversos produtos, como achocolatados e cremes de avelã”, explica Stefany.

 

 

A programação da Semana Acadêmica segue até sexta-feira (06), no auditório, salas de aula e laboratórios do câmpus. Programação: semanaalimentos.smo.ifsc.edu.br.

 

 

 

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Por Rafaela Menin / Jornalista IFSC

 

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